segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
A madrasta da Branca de Neve nas redes sociais / "Mirror Mirror on the web, who is the fairest of them all?"
E se o espelho mágico fosse uma versão medieval do motor de busca?
Uma excelente paródia ao filme "Espelho Meu, Espelho Meu! Há Alguém Mais Gira do Que Eu?", com a giríssima Julia Roberts.
O site oficial do filme AQUI.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
A Mulher Mais Bonita do Mundo
A Mulher Mais Bonita do Mundo
estás tão bonita hoje. quando digo que
nasceram
flores novas na terra do jardim, quero
dizer
que estás bonita.
entro na casa, entro no quarto, abro o
armário,
abro uma gaveta, abro uma caixa onde está o teu
fio
de ouro.
entre os dedos, seguro o teu fino fio de ouro,
como
se tocasse a pele do teu pescoço.
há o céu, a casa, o quarto, e tu estás dentro de
mim.
estás tão bonita hoje.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os
lábios.
estás dentro de algo que está dentro de todas
as
coisas, a minha voz nomeia-te para
descrever
a beleza.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os
lábios.
de encontro ao silêncio, dentro do mundo,
estás tão bonita é aquilo que quero
dizer.
José Luís Peixoto, in A Casa, a
Escuridão
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Possibilidades / Possibilities
“It is very dangerous to go into eternity with possibilities which one has oneself prevented from becoming realities. A possibility is a hint from God. One must follow it.”
Sören Kierkegaard
Hoje é o Dia Mundial do Livro
"O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo".
Mais na DGLB.
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Foto de 18 de Março do meu Projeto 365 / My march 18 photo for my "Capture your 365" project
Por trás dos livros adivinham-se os sorrisos infantis. :)
Os meus "piquenos" a espreitarem pelo buraco do divertidíssimo livro:
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
A versão dela, a versão dele.../ "He Said. She Said".
É tudo uma questão de perspectiva, neste caso feminina vs masculina. Muito divertida esta curta-metragem!
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Hoje comemora-se o Dia Internacional do Livro Infantil
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: "Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…"
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.
Francisco Hinojosa
(trad. Maria Carlos Loureiro)
domingo, 1 de abril de 2012
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