sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
A propósito da tragédia do Meco e do bullying encartado
Concordo ipsis verbis com a forma como Bruno Nogueira descreve as praxes AQUI.
Eu fui praxada mas tive sorte, comigo calhou ser muito soft. Mas vi coisas propositadamente para intimidar e humilhar. E quem resiste, se nega e diz que não quer é alvo preferencial. :(
Eu fui praxada mas tive sorte, comigo calhou ser muito soft. Mas vi coisas propositadamente para intimidar e humilhar. E quem resiste, se nega e diz que não quer é alvo preferencial. :(
O poder dos introvertidos (com livros) / The power of introverts (with books)
Eu que sou introvertida reconheço-me aqui...
"Numa cultura em que ser social e extrovertido são valorizados acima de tudo, pode ser difícil, até embaraçoso, ser introvertido. Mas, como Susan Cain defende nesta conversa entusiasta, os introvertidos trazem talentos e habilidades extraordinários ao mundo, e devem ser encorajados e reconhecidos".
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
16 citações sobre criatividade / 16 Quotes about Creativity
Creativity is a drug I cannot live without. - Cecil B. DeMille
You can’t use up creativity. The more you use, the more you have. – Maya Angelou
An essential aspect of creativity is not being afraid to fail. – Edwin Land
If you’re not prepared to be wrong, you’ll never come up with anything original. ― Ken Robinson
Think left and think right and think low and think high. Oh, the thinks you can think up if only you try. – Dr. Seuss
Creativity comes from a conflict of ideas. – Donatella Versace
Art is as natural as sunshine and as vital as nourishment. – MaryAnn F. Kohl
Creativity is allowing yourself to make mistakes. Art is knowing which ones to keep. – Scott Adams
Have no fear of perfection, you’ll never reach it. – Salvador Dali
The chief enemy of creativity is ‘good’ sense. – Pablo Picasso
Creativity is inventing, experimenting, growing, taking risks, breaking rules, making mistakes, and having fun. – Mary Lou Cook
We don’t make mistakes, just happy little accidents. ― Bob Ross
To live a creative life we must lose our fear of being wrong. ― Joseph Chilton Pearce
Creativity is contagious. Pass it on. ― Albert Einstein
The worst enemy to creativity is self-doubt. ― Sylvia Plath
Fonte
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
O meu problema de sono... / My sleeping disorder...
A leitura...penso, vou só ler quinze minutos até me dar o sono...embrenho-me na leitura...quando dou por mim passaram quase duas horas...bolas, lá vou eu andar feita zombie amanhã!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
"Poeta Castrado Não"!!!
Ary dos Santos.
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!
Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegada poesia
quando ela nos envenena.
Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:
De fome já não se fala
- é tão vulgar que nos cansa -
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?
Do frio não reza a história
- a morte é branda e letal -
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?
E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
- um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
- Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia !
Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado, não!
in SANTOS, Ary dos. - Resumo. Lisboa, 1973."
Serei tudo o que disserem
por inveja ou negação:
cabeçudo dromedário
fogueira de exibição
teorema corolário
poema de mão em mão
lãzudo publicitário
malabarista cabrão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado não!
Os que entendem como eu
as linhas com que me escrevo
reconhecem o que é meu
em tudo quanto lhes devo:
ternura como já disse
sempre que faço um poema;
saudade que se partisse
me alagaria de pena;
e também uma alegria
uma coragem serena
em renegada poesia
quando ela nos envenena.
Os que entendem como eu
a força que tem um verso
reconhecem o que é seu
quando lhes mostro o reverso:
De fome já não se fala
- é tão vulgar que nos cansa -
mas que dizer de uma bala
num esqueleto de criança?
Do frio não reza a história
- a morte é branda e letal -
mas que dizer da memória
de uma bomba de napalm?
E o resto que pode ser
o poema dia a dia?
- um bisturi a crescer
nas coxas de uma judia;
um filho que vai nascer
parido por asfixia?!
- Ah não me venham dizer
que é fonética a poesia !
Serei tudo o que disserem
por temor ou negação:
Demagogo mau profeta
falso médico ladrão
prostituta proxeneta
espoleta televisão.
Serei tudo o que disserem:
Poeta castrado, não!
in SANTOS, Ary dos. - Resumo. Lisboa, 1973."
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Canção da rapariga loucamente apaixonada / "Mad Girl's Love Song"
s.id.
Mad Girl's Love Song
"I shut my eyes and all the world drops dead;
I lift my lids and all is born again.
(I think I made you up inside my head.)
The stars go waltzing out in blue and red,
And arbitrary blackness gallops in:
I shut my eyes and all the world drops dead.
I dreamed that you bewitched me into bed
And sung me moon-struck, kissed me quite insane.
(I think I made you up inside my head.)
God topples from the sky, hell's fires fade:
Exit seraphim and Satan's men:
I shut my eyes and all the world drops dead.
I fancied you'd return the way you said,
But I grow old and I forget your name.
(I think I made you up inside my head.)
I should have loved a thunderbird instead;
At least when spring comes they roar back again.
I shut my eyes and all the world drops dead.
(I think I made you up inside my head.)"
Sylvia Plath
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Lisboa, sabes...
Alguém diz com lentidão:
"Lisboa, sabes..."
Eu sei. É uma rapariga
descalça e leve,
um vento súbito e claro
nos cabelos,
algumas rugas finas
a espreitar-lhe os olhos,
a solidão aberta
nos lábios e nos dedos,
descendo degraus
e degraus
e degraus até ao rio.
Eu sei. E tu, sabias?
Eugénio de Andrade
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Ler livros cura depressões
Foster Huntington
É a biblioterapia. Eis a notícia:
"Depressão: Reino Unido usa livros como tratamento
No Reino Unido, a prescrição de livros em vez de fármacos está a ser
adotada como terapia para tratar a depressão. De acordo com os
especialistas, a leitura de determinadas obras é uma forma eficiente e
"low-cost" de ajudar os pacientes a ultrapassar os problemas que os
atormentam sem efeitos secundários.
O método começou a ser utilizado em Junho, mês em que o Serviço
Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) arrancou com uma campanha baseada
numa investigação desenvolvida em 2003 pelo psiquiatra galês Neil
Frude, que concluiu que os livros tinham potencial para se assumir como
um substituto eficaz dos antidepressivos.
À data, o cientista constatou que alguns dos seus pacientes, frustrados
com o longo período de tempo - às vezes anos - que passava até sentirem
os primeiros efeitos dos fármacos, começaram a ler como forma de se
entreter e que, entre as várias centenas de milhares de livros de
autoajuda impressos no Reino Unido, alguns títulos traziam, realmente,
benefícios a quem os lia.
A divulgação desta nova campanha foi feita recentemente por Leah Price, investigadora e professora da Universidade de Harvard, num artigo publicado no jornal The Boston Globe.
Segundo Price, a iniciativa baseia-se na prescrição de livros para
ajudar os pacientes com depressão a encontrar ligações com os outros e
com o mundo.
A grande diferença é que os livros não são apenas recomendados - são
prescritos como se de um fármaco se tratasse. "Se o psicólogo ou
psiquiatra diagnostica o paciente com depressão leve ou moderada, uma
das opções é passar-lhe uma receita com um dos livros aconselhados", uma
receita que se 'avia' na biblioteca e não na farmácia.
"Esta parece ser uma solução vantajosa tanto para os pacientes, como
para os amantes da leitura. Ler melhora a saúde mental e é difícil
pensar na existência de malefícios quando se fala de um programa como
este", defende a professora de Harvard.
Programa tem tido grande adesão
Programa tem tido grande adesão
"Ao contrário dos fármacos, ler um livro não acarreta efeitos
secundários como o ganho de peso, a diminuição do desejo sexual ou as
náuseas (a menos que se leia no carro)", realça Price, que escreve que o
programa "Books on Prescription" lançado pelo serviço de saúde
britânico é apenas mais um exemplo da difusão, naquele país, da
"biblioterapia".
Trata-se do "uso de livros selecionados com base no conteúdo e no
âmbito de programas de leitura desenhados para facilitar a recuperação
de pacientes que sofram de doenças mentais ou distúrbios emocionais" e
que, embora não seja uma novidade, tem ganho cada vez mais adeptos.
O facto de este ser um programa recente ainda não deu às autoridades de
saúde do Reino Unido a oportunidade de atestar a sua verdadeira
eficácia mas, apesar de os especialistas garantirem que os livros não
podem, em nenhuma circunstância, substituir um profissional de saúde,
podem constituir-se como uma ajuda preciosa.
Em qualquer dos casos, a campanha aparenta estar a ter grande adesão:
de acordo com os números avançados pela investigadora, nos primeiros
três meses do programa, foram feitas mais de 100.000 requisições dos
livros de autoajuda recomendados.
Saliente-se que esta não é, no Reino Unido, a única iniciativa a
relacionar a saúde mental com a leitura. O Serviço Nacional de Saúde
britânico financia também outras iniciativas, como a "The Reader
Organization", uma associação que reune pessoas desempregadas, presos,
idosos ou apenas solitários para que, todos juntos, leiam poemas e
livros de ficção em voz alta".
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Um poema de amor de um homem com Transtorno Obsessivo Compulsivo / A love poem from a man with Obsessive-Compulsive Disorder
O poeta é Neil Hilborn que sofre desta perturbação.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
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