Ainda não estou neste grau de dependência...por enquanto! :))))))
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Histórias à luz da manhã...
...ou da noite.
Soberbas pinturas de António Capel. Todas com livros, contadoras de histórias e crianças atentas :)
O que é que eu fazia antes de haver Internet?
Pois, já não me lembro!!! Sem net, sem e-mails (há quantos anos não envio uma carta? não compro selos? não me preocupo com o peso do envelope?), sem uma acessibilidade e uma capacidade de armazenamento de informação colossal (o que eu poupo em espaço e em dossiers de arquivo!), sem redes sociais, sem a possibilidade da comunicação instantânea à distância e com vários destinatários em simultâneo, a possibilidade de construir,escrever e publicar pequenas janelas pessoais para o mundo que são os blogues ...
...pois, já me parece uma realidade demasiado distante, algo como a Idade Média da comunicação!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
VISÃO e Expresso lançam trilogia O Senhor dos Anéis
A partir de dia 26, pode comprar a colecção completa em DVD da obra-prima do cinema O Senhor dos Anéis. Por apenas mais €3,90 com a VISÃO e o Expresso. Uma óptima oportunidade para quem ainda não tem esta trilogia.
Mais informações aqui.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A escrita e a ténue fronteira entre a autobiografia e a ficção.
Fascina-me sempre a forma como um escritor se expõe, se denuncia, numa ténue fronteira entre a autobiografia e a ficção.
Esta é uma reflexão minha depois da leitura da última crónica de António Lobo Antunes, esplêndida como sempre. Nela o escritor revolta-se contra a velhice, lembra de como diziam que era bonito, o surpreendente assédio das raparigas, a vez em que foi a uma casa de prostitutas e fugiu pelas escadas abaixo, as doenças de família, os suicídios, o remorso pelos momentos em que se afasta das palavras escritas. Para ler aqui.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O cão de Sócrates não lê...
...nem fala ao telefone, nem sequer em inglês... mesmo assim, não sei se resiste à onda de escândalos "socratistas". Ricardo Araújo Pereira explica porquê:
"Se Sócrates tem um cão, sugiro que o submeta a vigilância apertada. Parece óbvio que vai ser o bicho a protagonizar o próximo escândalo. Ninguém sabe se fez um desfalque nas latas de ração, se alçou a pata para uma árvore protegida, se foi visto a cheirar o rabo do cão do Presidente. Mas alguma coisa terá feito. E a justiça há-de deixar no ar a ideia de que se trata de qualquer coisa grave, ideia à qual a comunicação social dará o eco devido. E, no final, o caso terá um desfecho terrivelmente inconclusivo".
Isto é só um excerto, leiam esta crónica hilariante aqui.
"Se Sócrates tem um cão, sugiro que o submeta a vigilância apertada. Parece óbvio que vai ser o bicho a protagonizar o próximo escândalo. Ninguém sabe se fez um desfalque nas latas de ração, se alçou a pata para uma árvore protegida, se foi visto a cheirar o rabo do cão do Presidente. Mas alguma coisa terá feito. E a justiça há-de deixar no ar a ideia de que se trata de qualquer coisa grave, ideia à qual a comunicação social dará o eco devido. E, no final, o caso terá um desfecho terrivelmente inconclusivo".
Isto é só um excerto, leiam esta crónica hilariante aqui.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Leitura colectiva
«Quando uma inteligência e uma sensibilidade lêem um livro, lêem-no com todos os livros que já leram. Este lei projectada na leitura colectiva permite ver quanto tempo leva uma recuperação profunda dos níveis de leitura numa sociedade como por exemplo a portuguesa.»
Manuel Medeiros em Papel de Mais
Fonte: Pó dos Livros
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A vida através de uma lente
Entre os próximos dias 24 de Novembro e 3 de Dezembro, o CCB – Fábrica das Artes vai acolher a 7ª Arte numa oficina orientada por Cláudia Varejão (realizadora) e Adriana Bolito (directora de som).
Com sessões para miúdos, adolescentes, graúdos e muito graúdos, esta oficina irá levá-los a conhecer a magia por trás da lente. A magia do cinema.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Um livro tem várias almas
“Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte.
Carlos Ruiz Zafón em “A sombra do vento”
Encontrei esta citação num blogue que acabei de descobrir: Segredo dos Livros - Sugestões e Críticas Literárias
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Uma tese curiosa sobre estudantes de biblioteconomia e SIDA
Dissertação sobre o que os alunos de biblioteconomia de uma Universidade Brasileira sabem sobre SIDA e quais as medidas que podem adoptar para aumentar a informação e sensibilização sobre a doença na comunidade onde actuam. Enfim, como actuar socialmente através do acesso dado à informação. Disponível aqui.
Sim porque nós, bibliotecários, somos agentes sociais, os 007 da informação!!!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
O enjoo das metáforas sobre muros e pontes
"...o muro de Berlim caiu mesmo, e 20 anos depois da queda as metáforas sobre muros continuam pujantes. Quando, na passada segunda-feira, se comemorou o aniversário da queda do muro, ficou claro que as metáforas com muros estão para o muro de Berlim como a pergunta "Queria, já não quer?" está para os clientes dos cafés que, por educação, fazem o pedido no pretérito imperfeito. A queda do muro é uma efeméride que, ano após ano, ouve sempre as mesmas piadas. Todos, mas mesmo todos os comentadores lembraram outros muros que, à semelhança do de Berlim, devemos derrubar. O muro da intolerância, o muro da injustiça ou o muro da desigualdade social foram alguns dos muros mais citados. E todos, mas mesmo todos, apontaram a seguir as pontes que devem ser construídas nas ruínas dos muros. A ponte da esperança e a ponte do entendimento entre os povos foram as duas infra-estruturas metafóricas mais referidas. Se juntarmos a estes muros e pontes as auto-estradas da informação, percebemos que as metáforas sobre obras-públicas são, sem dúvida nenhuma, as mais populares do espaço público português. Somos um povo de construtores civis da metáfora, de patos-bravos da figura de estilo - o que não tem mal nenhum. Estou só a observar um fenómeno sem o julgar. Por favor, não me enfiem no túnel da incompreensão".
Podem ler na íntegra aqui.
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