Quem dança é John Lennon...da Silva. :)
A versão convencional em ballet, aqui interpretada pela bailarina Luiza Del Rio, da Escola Bolshoi:
Este jovem brasileiro de 20 anos é sem dúvida criativo e talentoso.
domingo, 20 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Livros Matrioska / Matrioska Books
Livros Matrioska! :)
Não significa que sejam russos mas obedecem à lógica das bonequinhas russas que encaixam umas dentro das outras.
sexta-feira, 18 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Abrir o livro para a liberdade e a descoberta / Read to be free and "on a journey of exploration and discovery"
“Books. They are lined up on shelves or stacked on a table. There they are wrapped up in there jackets, lines of neat print on nicely bound pages. They look like such orderly, static things. Then you, the reader come along. You open the book jacket, and it can be like opening the gates to an unknown city, or opening the lid of a treasure chest. You read the first word and you’re off on a journey of exploration and discovery.”
David Almond
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
A Saga Twillight, o vampiro cavalheiresco e a donzela voluntariosa / Twillight and the vampire in love
No periódico on-line sobre novas perspectivas de estudo da literatura para crianças e jovens The Looking Glass: New Perspectives on Children's Literature, Vol 15, No 1 (2011) pode ler um artigo sobre a Saga Twillight e de como Stephenie Meyer se inspirou na literaura gótica mas também modificou a imagem do tradicional vampiro dando-lhe um carácter cavalheiresco. À donzela indefesa vítima do ataque implacável das presas sedentas de sangue de um demónio sucede uma adolescente apenas frágil fisicamente mas independente, voluntariosa e senhora do seu destino. Uma combinação decisiva para o sucesso da saga.
O artigo intitula-se "Vampires Without Fangs: The Amalgamation of Genre in Stephenie Meyer’s Twilight Saga" e é da autoria de Anne Klaus e Stefanie Krüger.
"Through an analysis of the figure of the vampire in literature as well as in folklore it will be observed to what extent Edward differs from the folkloric blood-sucking revenant and also from the master of all literary vampires, Dracula. Furthermore, it will be investigated how his knightly behaviour towards Bella contributes to the impression of a romantic transformation of the gothic form. Special attention will also be paid to the figure of Bella, who, on the one hand seems to be presented as the femme fragile or damsel in distress concerning her physicality, but, on the other hand, represents a figure of identification for female readers as the independent, strong-willed hero of young adult fiction. The analysis seeks to prove that the combination of these various aspects of different genres and traditions allows Meyer to create a new kind of vampire love story".
Leia o artigo na íntegra AQUI.
domingo, 13 de março de 2011
Elis Regina canta "Romaria"
Elis Regina interpreta, na segunda parte do Festival RTP 1978, o tema "Romaria".
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Ler em tempos de crise: uma ilustração
"Leer en tiempos de crisis" de Fernando Vicente
Ainda bem que há bibliotecas porque, em tempos de crise e com o actual preço dos livros, estas constituem a melhor garantia de acesso ao que chamo "Direito ao prazer da leitura". O problema é que também estas enfrentam as dificuldades da falta de verbas.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Insónia / Insomnia
Insomnia, Johanna Velasco
"Insomnia is a glamorous term for 'thoughts you forgot to have in the day'.
Alain de Botton
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
"A menina Facebook" ou o papel das redes sociais na História
Webcedario, no tempo em que "facebook" ainda se escrevia "phacebook". :)
"Um egípcio batizou a filha com o nome Facebook, em homenagem à rede social que tanta importância teve na revolução egípcia... Mas aparententemente ainda não tem perfil na rede. Longa vida para Facebook!
(...)
A menina Facebook (noutros tempos chamar-lhe-iam simplesmente liberdade) é filha de duas das mais notáveis revoluções do século XXI. No Egito, tal como na Tunísia, o que para muitos era impensável aconteceu: o povo de um país maioritariamente muçulmano rebelou-se, de forma relativamente ordeira e pacífica, contra o seu ditador, criando as condições para uma democracia laica, ao exemplo do que acontece na Turquia. Uma jovem, na Praça Tahir, comentava entusiasmada: "Isto não é virtual, isto não é o Facebook, isto está mesmo a acontecer". Porque revoluções no Facebook há aos magotes.
O Facebook, neste caso, foi uma revolução ao serviço da revolução. Um instrumento tão importante para a organização dos manifestantes egípcios, como o astrolábio para os navegadores portugueses. A menina saberá disso. Quando ela crescer, o Facebook, muito provavelmente, já terá dado lugar a outra geringonça tecnológica, e será olhado com a mesma nostalgia com que hoje vemos o ZX Spectrum. Mas se a menina Facebook se deslocar à Praça Tahir, pode ser que encontre um monumento com o seu nome. Compreenderá então porque se chama assim".
Excertos de um texto do blogue Homem do Leme. Leia na íntegra AQUI.
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