Há nestas pinturas uma tristeza, uma desolação, um olhar triste, as olheiras em volta dos olhos de expressão doente...em cada quadro parece que o livro é a janela ou o esconderijo para a fuga possível...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Shiuu! Não digas a ninguém que sou poeta! Os poetas são criaturas tão patetas!
Dois bonitos poemas de João Manuel Firmino que não quer que se saiba que é poeta.
Não digas a ninguém que sou poeta
Meu amor
Não digas a ninguém que sou poeta
Os poetas são homens que sofrem muito
E eu sou feliz
Meu amor
Não digas a ninguém que escrevo poemas
As poesias têm palavras complexas e sinuosas
Mas as minhas são ingénuas e vêm do coração
Meu amor
Não digas a ninguém que sou poeta
Os poetas vivem na Lua ou em Marte,
Mas eu estou aqui e serei sempre teu poeta
Para te amar com toda a minha arte.
1977
Não digas a ninguém que fui poeta
Meu amor,
Não digas a ninguém que fui poeta
E que te levei centenas de pétalas de palavras
Embrulhadas em ramos de giesta
Os poetas são criaturas de fantasia
Mas eu sou de carne e osso
E tenho a força do aço e a leveza da ardósia
Meu amor,
Não digas a ninguém que fui poeta
E que me perdi dentro da floresta
Os poetas são criaturas que vivem em outro Universo
Alheadas do nosso mundo… alienadas no seu verso
Eu habito na Terra que me viu nascer e encontro-me em ti.
Meu amor,
Nunca digas a ninguém que fui poeta
E que padeci mil tormentos de coisa nenhuma
Os poetas são criaturas tão patetas
Mas eu não sou mais que nada
Um simples cantar, no raiar da manhã.
21 de Fevereiro 2009
João Manuel Firmino
Fonte: Círculo de Poesia
Não digas a ninguém que sou poeta
Meu amor
Não digas a ninguém que sou poeta
Os poetas são homens que sofrem muito
E eu sou feliz
Meu amor
Não digas a ninguém que escrevo poemas
As poesias têm palavras complexas e sinuosas
Mas as minhas são ingénuas e vêm do coração
Meu amor
Não digas a ninguém que sou poeta
Os poetas vivem na Lua ou em Marte,
Mas eu estou aqui e serei sempre teu poeta
Para te amar com toda a minha arte.
1977
Não digas a ninguém que fui poeta
Meu amor,
Não digas a ninguém que fui poeta
E que te levei centenas de pétalas de palavras
Embrulhadas em ramos de giesta
Os poetas são criaturas de fantasia
Mas eu sou de carne e osso
E tenho a força do aço e a leveza da ardósia
Meu amor,
Não digas a ninguém que fui poeta
E que me perdi dentro da floresta
Os poetas são criaturas que vivem em outro Universo
Alheadas do nosso mundo… alienadas no seu verso
Eu habito na Terra que me viu nascer e encontro-me em ti.
Meu amor,
Nunca digas a ninguém que fui poeta
E que padeci mil tormentos de coisa nenhuma
Os poetas são criaturas tão patetas
Mas eu não sou mais que nada
Um simples cantar, no raiar da manhã.
21 de Fevereiro 2009
João Manuel Firmino
Fonte: Círculo de Poesia
terça-feira, 12 de maio de 2009
Colhendo os frutos da leitura...
Se calhar ando a comê-los (aos livros) com tanta gula que me falta tempo para digeri-los aqui...será?
quinta-feira, 7 de maio de 2009
"...a mordiscar os cantos de uma boa ideia"
"Durante vários dias andei a mordiscar os cantos de uma boa ideia. À custa disso, parti vários dentes. Por isso, fartei-me e desisti".
Rui Manuel Amaral
Fonte: Dias Felizes
Gosto do que Rui Manuel Amaral escreve: adaptando o dito popular, o texto é pequeno mas tem muita arrumação!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O poeta em duas citações / The poet's job
"O poeta revolve os olhos, afia os dentes, destrava a língua aguda, prepara a voz tonitruante, abre a boca enorme, descomunal, apocalíptica, e atira: "piu".
Rui Manuel Amaral
Fonte: Dias Felizes
“The poet's job is to put into words those feelings we all have that are
so deep, so important, and yet so difficult to name, to tell the truth
in such a beautiful way, that people cannot live without it.”
Jane
Kenyon (Poet, E.U.A., 1947-1995)
O Batman lê entre as risadas do Joker. READ!
A ALA, American Library Association, lançou agora novos cartazes e marcadores de livros de incentivo à leitura. Os protagonistas são as personagens dos Comics de Gotham City, Batman, Robin, Oracle, Huntress, Nightwing e Batgirl, assim como alguns vilões (não podia faltar o Joker). 


Mais aqui.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Mais criatividade da Gandhi!
Mais uma dose de criatividade da campanha publicitária da livraria mexicana Ganghi, desta vez brincando com o grafismo das letras. É a forma a brincar com o sentido. :)
"Grafismo é a arte onde o relevante são as formas mais do que o próprio desenho (...). Entende-se como a forma mais sucinta de representar um objecto ou composição de objectos, contanto que os impactos de cor e forma façam sentido com a proposta do artista".
domingo, 3 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Efeitos da leitura no desenvolvimento das capacidades do cérebro, por Daniel Sampaio
«A investigação tem demonstrado a possibilidade de a leitura ampliar as capacidades do cérebro, criando diferentes perspectivas de interpretação da realidade e novas competências no manejo das emoções, contribuindo para a melhor compreensão da complexidade do mundo. Especialistas defendem que o que importa é que a criança leia, sobretudo textos que a mobilizem e não se afigurem desconexos em termos de espaço e tempo, o que poderá levar ao abandono do livro. Por isso, o interesse de uma criança ou de um adolescente por qualquer tema deverá ser incentivado, porque estará a contribuir para o ganho de hábitos de leitura, que só se poderão consolidar nas idades jovens.Costuma dizer-se que se pode ler um livro a uma criança desde muito cedo, na prática deve seguir-se o conselho de segurar a criança ao colo e com a mão disponível ler-lhe um episódio qualquer que o faça sonhar: não importa, a princípio, se é ou não um texto de muito valor literário».
"Como (...) escreveu João dos Santos, “histórias sem sonho são narrativas sem murmúrios nemvogais, portanto sem os sons da dor e do prazer”.
Dois excertos de uma entrevista do psiquiatra e escritor Daniel Sampaio ao Jornal Público, Revista Pública de 1 de Fevereiro de 2009, sobre o Plano Nacional de Leitura.
Pode ler a entrevista na íntegra aqui.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009

“Um livro pode ser nosso sem nos pertencer. Só um livro lido nos pertence realmente.”
Eno Teodoro Wanke (1929 - 2001) foi engenheiro e poeta brasileiro.
Fonte: Frases Ilustradas, blogue de Ceó Pontual.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Livro vs Internet, ou não...ou não...
«Não sou daqueles escritores que acham que a Internet vai constituir um perigo para o livro, e tal. Aquela velha história. Acho que não. O livro é o livro. É um instrumento. Como o martelo, digamos. É evidente que o Black & Decker é mais rápido para fazer um furo mas o martelo não deixou de existir. E a tesoura também não. Nem a bicicleta.»
António Tabuchi, na Revista LER deste mês.
Fonte: Booktailors
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