Aquilo que distingue um grande artista de um modesto é, antes de mais, a sensibilidade e ternura; em segundo lugar, a imaginação e, em terceiro, a técnica.
Gosto das estantes cheias, do cantinho cheio de luz, do vermelho seco da poltrona, da cumplicidade das janelas grandes deixando a rua entrar e espreitar por cima do ombro do leitor, curiosa...