sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
A ouvir a "Dança da solidão"
Marisa Monte canta "Dança da solidão" de Paulinho da Viola. Dá vontade de sambar. Sem solidão. Só dança.
"Solidão, palavra
Cavada no coração
Resignado e mudo
No compasso da desilusão..."
Cavada no coração
Resignado e mudo
No compasso da desilusão..."
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
O que lê na praia? / Reading at the beach
"Frente ao mar só leio
livros dos que amam neblina,
sol, embarcações".
O poema veio do livro "À sombra dos livros" de João Pedro Mésseder.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
"A Gaiola Dourada" oferece um retrato ternurento de Portugal
Imagem retirada da página de Facebook do filme.
Segundo o que li na Internet, "A Gaiola Dourada" foi o filme mais visto este fim-de-semana em Portugal. Eu fui uma das que engrossa os números. Fui no Domingo e adorei o filme. Dá uma imagem ternurenta de Portugal. É realmente cómico mas tem momentos enternecedores, as interpretações são boas e o fado apresentado sensivelmente a meio do filme é lido. As imagens do Douro são lindas! Recomendo a todos os portugas.
Este filme, "La Cage Dorée" no original, teve como realizador o luso-francês Ruben Alves, filho de emigrantes portugueses, nascido em França. O financiamento foi estritamente francês. Talvez por isso, apesar dos actores serem sobretudo portugueses, o filme é quase todo falado em francês. Mas os palavrões (que não tem muitos, não se choquem) são em bom português! :)
O site oficial do filme AQUI.
Veja o trailer oficial AQUI.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
O jornalismo pelo poema de Cecília Meireles / Reading the morning newspaper
Trent Gudmundsen
Jornal, longe
Que faremos destes jornais, com telegramas, notícias,
anúncios, fotografias, opiniões...?
Caem as folhas secas sobre os longos relatos de guerra:
e o sol empalidece suas letras infinitas.
Que faremos destes jornais, longe do mundo e dos homens?
Este recado de loucura perde o sentido entre a terra e o céu.
De dia, lemos na flor que nasce e na abelha que voa;
de noite, nas grandes estrelas, e no aroma do campo serenado.
Aqui, toda a vizinhança proclama convicta:
"Os jornais servem para fazer embrulhos".
E é uma das raras vezes em que todos estão de acordo.
anúncios, fotografias, opiniões...?
Caem as folhas secas sobre os longos relatos de guerra:
e o sol empalidece suas letras infinitas.
Que faremos destes jornais, longe do mundo e dos homens?
Este recado de loucura perde o sentido entre a terra e o céu.
De dia, lemos na flor que nasce e na abelha que voa;
de noite, nas grandes estrelas, e no aroma do campo serenado.
Aqui, toda a vizinhança proclama convicta:
"Os jornais servem para fazer embrulhos".
E é uma das raras vezes em que todos estão de acordo.
Cecília Meireles, in 'Mar Absoluto'
quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
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