quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
O Bicho Avaliação no Reino da Terra do Faz-de-Conta
Era uma vez um professor bibliotecário muito talentoso chamado Sílvio Maltez que criou um livro mágico sobre o bicho Avaliação que ameaçava o reino encantado das Bibliotecas Escolares. Giríssimo!!! Vale a pena folhear!
Podem saber mais sobre este modelo de avaliação das bibliotecas escolares aqui.
Fonte: Bibliotequices
Vinicius sabe!!!
"Quem já passou por essa vida e não viveu..
pode ser mais mas sabe menos do que eu..
porque a vida só se dá pra quem se deu..
pra quem amou.. pra quem chorou.. pra quem sofreu..."
Vinicius de Moraes
domingo, 27 de dezembro de 2009
Ferramentas Web para totós
Um texto que vale a pena dissecar, pela quantidade de links/dicas que apresenta:
100 Powerful Web Tools to Organize Your Thoughts and Ideas
(a fórmula "para totós" num título parece ser garantia de "best-seller", pela quantidade de livros que por aí abundam destinados a esta larguíssima camada da população, na qual eu me insiro...afinal, quem é que não é totó em algum assunto?)
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Ler aquece aquece aquece
The reading girl de Theodore Roussel
(Pintor inglês, 1847-1926)
Actividade recomendada nestes dias tão frios!!!
Há outras... :))))
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
O "que se pode dizer quando a extrema solidão nos dá um talento inconcebível"?
«Talvez pudesse ouvir passos junto à porta do quarto, passos leves que estacariam enquanto a minha vida, toda a vida, ficaria suspensa. Eu existiria então vagamente, alimentado pela violência de uma esperança, preso à obscura respiração dessa pessoa parada. Os comboios passariam sempre. E eu estaria a pensar nas palavras do amor, naquilo que se pode dizer quando a extrema solidão nos dá um talento inconcebível. O meu talento seria o máximo talento de um homem e devia reter, apenas pela sua força silenciosa, essa pessoa defronte da porta, a poucos metros, à distância de um simples movimento caloroso. Mas nesse instante ser-me-ia revelada a essencial crueldade do espírito. Penso que desejaria somente a presença incógnita e solitária dessa pessoa atrás da porta. Ela não deveria bater, solicitar, inquirir»
domingo, 13 de dezembro de 2009
Escrever uma história é como limpar o chão da cozinha, acreditem!
«I can’t remember who said that writing a story is like cleaning a kitchen floor: you begin with one small square of tile, which you sweep to its borders, making sure you’ve removed every speck of dirt. After that, you scrub the square with a wet cloth, treating the deeper stains. Then you buff it dry. Then you move on to the next square and repeat the process. When you’ve finished with the second square, you return to the first to see if it needs any additional attention. And so you continue, square by square, until you’ve cleaned the entire kitchen floor.
The idea here is that people will object, “But that’s not how you clean a kitchen floor at all — first you sweep the whole thing, then you mop the whole thing, and then, finally, if you have to, you return to the spots that need additional work,” and you can say: “Which is how writing a story works, too. You’ll never achieve anything unless you attack the whole of it in one go and address the small problems later.”
Kevin Brockmeier ao New York Times
Fonte: Planeta Tangerina
sábado, 12 de dezembro de 2009
Uma estante divertida...
...acho que não conseguiria manter os livros arrumados nesta estante com três miúdos pequenos em casa! É só um pressentimento! :)))
Fonte: Bibliofototeca
O Paraíso segundo Borges
Gabriel Caprav, Paradise according to Borges.
Nesta perspectiva, eu já trabalho no/num paraíso...os bibliotecários farão as vezes de São Pedro a guardar os portões do Céu? É melhor tratarem-me bem, hihi!!!:))))
E esta perspectiva lembra-me o filme A Cidade dos Anjos, de 1998, com Nicolas Cage (como anjo, posteriormente caído) e Meg Ryan (a tentação). E neste enredo, os anjos vivem na biblioteca, o que não deixa de ser curioso. Não têm sensações corpóreas mas usufruem da leitura, deleitam-se com as palavras.quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Onde, quando e como surgem as ideias, as imagens, as palavras...
Inês Pedrosa, escritora, confessa onde, quando e como lhe surgem as ideias e os livros se concretizam:
"Escrever à noite é mais inspirador: os telemóveis não tocam, há silêncio".Diz que não tem um local específico para escrever, mas as condições em que o faz determinam a fluidez do texto. "É importante não ser interrompida. Nem ter o tempo contado, se tiver só duas horas para escrever não me sai uma linha", explica a escritora Inês Pedrosa. Por outro lado, a hora do dia também conta no momento de se sentar em frente ao computador. "A escrita flui mais à noite, os telemóveis não tocam." Foi o que aconteceu recentemente, quando escrevia a sua última ficção, "Eternidade e Desejo", numa residência artística em Nova Iorque. "Fazíamos apenas uma refeição conjunta diária. De resto, cada um tinha o seu horário." A escritora fez o seu: durante a noite escrevia, dormia de manhã e à tarde revia o que tinha escrito na noite passada. Resultado: num mês escreveu mais de 100 páginas. "Tornou-se muito mais fácil mergulhar no universo do livro." A inspiração é diversa e pode chegar de variadíssimas formas, seja uma história que lhe contam, ou situações reais. Mas deixa um aviso: um escritor não pode escrever apenas quando está inspirado. "O segredo é persistência de maratonista."
Fonte: Jornal ionline
Curiosamente, durante muitos anos fui mais produtiva durante a noite, precisamente por causa da calma e do silêncio, da sensação de que a energia do mundo pousou adormecida por algumas horas. Hoje são as manhãs que me animam a capacidade de concretizar. Ter tempo e saber que estamos a salvo de interrupções é muito importante para a descontracção e a concentração necessárias à criação. Há alturas em que não consigo dormir porque é quando entro no limiar do sono que as ideias surgem e me abanam. Salto para o papel porque se não escrever logo esqueço. A tomar banho também me acontece. :) Ando sempre com um caderno na mala não vá a inspiração surpreender-me a atravessar a rua, a olhar pela janela do autocarro ou ao volante. E acredito na "persistência de maratonista", na expressão "10% inspiração, 90% transpiração" ou ainda melhor, "quando a inspiração vier é bom que te apanhe a trabalhar".
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