A jovem Carolina Deslandes, concorrente da presente edição de Ídolos, cantou esta canção muito bem:
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Uma canção que nos toca, comove...
Damien Rice canta "The Blower's Daughter": "I can´t take my mind off you"...
O valor da imaginação / Imagination is a very valuable thing
Unleashed Imagination, de Enkel Dika
Because,” explained Mary Rommely simply, “the child must have a valuable thing which is called imagination. The child must have a secret world in which things that never were. It is necessary that she believe. She must start out by believing in things not of the world. Then when the world becomes too ugly for living in, the child can reach back and live in her imagination. I, myself, even in this day and at my age, have great need of recalling the miraculous lives of the Saints and the great miracles that have come to pass on earth. Only by having these things in my mind can I live beyond what I have to live for.
Betty Smith, A Tree Grows in Brooklyn
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
"Compras de Natal", por Cecília Meireles
"Christmas tree"por Armene no DeviantArt
A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades.
Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu.
As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro: enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e excelência.
Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.
Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem cruzeiros, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.
Grandes e pequenos, parentes e amigos são todos de gosto bizarro e extremamente suscetíveis. Também eles conhecem todas as lojas e seus preços — e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o incognoscível, o transcendente. Não devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça destes presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar uma boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que — especialmente neste verão — teremos de conquistar o pão de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.
Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam suas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete), e cobra-se pelo adorável conjunto o preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes!
São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável — apenas o Meninozinho nas suas palhas, a olhar para este mundo.
Texto extraído do livro "Quatro Vozes", Editora Record - Rio de Janeiro, 1998, pág. 80.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Como se namorava no Séc. XVIII? / Dating in the 18th century
A propósito de Orgulho e Preconceito de Jane Austen:
Quem se lembra desta? Lembram-se de "Last Christmas"?
Assim cantava George Michael nos Wham em 1984.
O Incrivel Rapaz Que Comia Livros: uma história que é um apetite.
Adoro este livro!
Não é só o cão que come livros!!! :)))
Não é só o cão que come livros!!! :)))
sábado, 11 de dezembro de 2010
"Ladainha dos póstumos Natais" por David Mourão-Ferreira
"Where Santa Claus lives", 1900
Ladainha dos póstumos Natais
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito
David Mourão-Ferreira, in "Cancioneiro de Natal"
A história do nascimento do Menino Jesus através das redes sociais, da web e do mobile
Como as Redes Sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade.
O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia, Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon...
Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo.
Extremamente criativo!!!
De http://www.excentric.pt/
http://www.facebook.com/ExcentricPT
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Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
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