quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Os livros por José Jorge Letria
D. Quixote por Juan Carlos Pedreira Fernández
Apetece chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo,
afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.
José Jorge Letria
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O que escrevo é para mim!
I cannot write to anyone outside myself—if I tried, it would be a horrible story, flat and lifeless. I write to myself. That’s the only person I’m trying to please.
Shannon Hale
domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Os livros são espelhos
"Books are mirrors: you only see in them what you already have inside you".
Carlos Ruiz Zafón (The Shadow of the Wind)
(Os livros são espelhos: só vemos neles aquilo que já temos dentro de nós)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Se me queres, quer-me inteira...
Si me quieres, quiéreme entera...
Si me quieres, quiéreme entera,
no por zonas de luz o sombra...
Si me quieres, quiéreme negra
o blanca. Y gris, y verde, y rubia,
y morena...
Quiéreme día, quiéreme noche...
Y madrugada en la ventana abierta!...
Si me quieres, no me recortes:
Quiéreme toda...o no me quieras!
Dulce María Loynaz
Fonte: Poesía Infantil i Juvenil
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
"Gosto de ti": um poema de Francisco Valverde Arsénio
Gosto de ti
e das marcas do teu rosto
na almofada da minha cama;
Gosto de ti
e do teu sorriso sereno
adormecido nos lábios;
Gosto de ti
quando nos momentos de paixão e abandono
me desenhas na tua pele; Gosto de ti
quando vagueias à sombra das laranjeiras
e as folhas caem no chão como poemas;
Gosto de ti e de ser eu… em ti.
Francisco Valverde Arsénio (2011)
sexta-feira, 29 de julho de 2011
"Uma das Manhãs": mais um poema sensual
De Joaquim Monteiro, aqui fica "Uma das Manhãs":
Rente à manhã, sinto uma leve brisa.
Suave e fresca. Acaricia-me.
O dia descobre-me aos poucos, beijando-me,
e eu sou um, entre tantos que desperta.
Docemente me beija a pele adormecida,
sem pudor, desperta-me a virilidade,
assustada, de incontidas noites desejada.
Num alvoroço de luas peregrinas.
A meu lado, o amor ainda dorme.
Tão nua, num desapego lírico de se ver.
Aveludado, meu afago a percorre, deixando adormecer minha mão,
no ventre luminoso de perdão.
Estremece um pouco; na vã tentativa
de encobrir, desfolhada rosa, que,
meus dedos no orvalho se inquietam.
Lentamente os seios despontam ao raiar,
num leve acariciar dos lábios.
Docemente sorri: afastando-me a mão.
{que agora não; ainda não despertou o coração}
(2011-06-18)
quinta-feira, 28 de julho de 2011
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