segunda-feira, 9 de julho de 2012

Um livro fonte em Budapeste / A book fountain in Budapest

A ouvir Gotye / Listening to "Somebody That I Used To Know"


De tanto ouvir por todo o lado, entranhou-se.

Foto de 13 de Junho do meu Projeto 365 / My june 13 photo for my "Capture your 365" project


Hum, que saborzinho a campo!

Foto de 12 de Junho do meu Projeto 365 / My june 12 photo for my "Capture your 365" project




Os meus dois canídeos pretos, o Otelo e a Blue.

Foto de 11 de Junho do meu Projeto 365 / My june 11 photo for my "Capture your 365" project


Ó mãe, olha a mosca azul, apontaram os meus filhos.

Foto de 10 de Junho do meu Projeto 365 / My june 10 photo for my "Capture your 365" project


As cores do almoço que a minha mana fez para toda a família.

Bravo!


A ilustre jovem desconhecida é Mariana Domingues a cantar o grande clássico (que eu adoooro!) "Eu Sei Que Vou te Amar" de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Nos Ídolos. Gostei mesmo. 

domingo, 8 de julho de 2012

A ouvir "Eu sei" / Listening to Sara Tavares

Foto de 9 de Junho do meu Projeto 365 / My june 9 photo for my "Capture your 365" project


Sobrexposição à luz.

Foto de 8 de Junho do meu Projeto 365 / My june 8 photo for my "Capture your 365" project


Sou a menina dos limões. :)

Foto de 7 de Junho do meu Projeto 365 / My june 7 photo for my "Capture your 365" project


Os meus filhos mais novos a brincarem na terra.

Foto de 6 de Junho do meu Projeto 365 / My june 6 photo for my "Capture your 365" project

.
Linha de fuga.

Foto de 5 de Junho do meu Projeto 365 / My june 5 photo for my "Capture your 365" project


Um brinquedo para o vento.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Sobre e contra a austeridade, aqui fica a ironia



"Parece que a austeridade não está a produzir os resultados previstos pelo governo. A culpa, como é evidente, não é da austeridade nem do governo. A austeridade foi muito competente e o governo previu bem. A culpa é do povo português, que tem sido austero com a austeridade.

Diz a lenda que um general romano do século I ou II antes de Cristo terá escrito uma carta ao imperador com a seguinte queixa: "Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar." Ou o general era pouco perspicaz ou o povo mudou muito: o talento dos habitantes da parte mais ocidental da Ibéria para se deixarem governar foi celebrado há dias pelo seu principal governante, quando elogiou a extrema paciência do povo português. É possível, no entanto, que Passos Coelho se tenha precipitado. Obrigados a auferir remunerações mais baixas e a pagar impostos mais altos, os portugueses reagiram com maldade: deixaram de gastar dinheiro. Porque o não têm - é a desculpa esfarrapada que apresentam. Mas essa impertinência está a arruinar o país. Para não pagarem impostos, não consomem; como não consomem, as empresas fecham; como as empresas fecham, o desemprego aumenta. Feitas as contas, o governo recebe menos e gasta mais do que pretendia. Se o povo fosse generoso com a austeridade (uma perífrase para parvo), teria saído à rua para fazer um investimento importante em impostos, adquirindo produtos e serviços sobretaxados. No entanto, os portugueses preferiram adoptar um comportamento mesquinho e forreta. Percebendo que, devido à teimosia do povo, o plano está a falhar, o governo decidiu rever radicalmente as suas políticas e apresentar uma alternativa à austeridade: mais um pouco de austeridade".

Leia mais desta crónica de Ricardo Araújo Pereira AQUI. O destaque a negrito é da minha responsabilidade.


Ler mais:

LinkWithin

Blog Widget by LinkWithin