sábado, 27 de agosto de 2011

Retratos de duas leitoras / Portraits of two female readers


Retrato de Clementina Maude por Lady Clementina Hawarden, 1863



Retrato da Sra. Adeline Noble por François Flameng, 1903

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

"Gostava dela porque era ela, porque era eu."

"...pra explicar o amor entre duas pessoas: gostava dela porque era ela, porque era eu."


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Lindo de tão simples. Complicado de tão simples. :)
Chico Buarque é sempre fascinante!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O nosso destino.../ One’s destination....





One’s destination is never a place, but a new way of seeing.
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Henry Miller

O nosso destino nunca é um lugar mas uma nova visão da realidade.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Vamos treinar as nossas mentes para a felicidade / Happiness work out


O que é a felicidade? Como podemos atingi-la? Mathieu Ricard, bioquímico de formação e monge budista por opção, diz-nos que podemos treinar as nossas mentes em hábitos de bem-estar de forma a gerar um verdadeiro estado de bem-estar e realização. TED

Assista ao vídeo AQUI.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Para reflectir...


Cameron Gray

The most common way people give up their power is by thinking they don’t have any. 

Alice Walker







quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ouvem os livros a falar uns com os outros? / Books speak among themselves


Until then I had thought each book spoke of the things, human or divine, that lie outside books. Now I realized that not infrequently books speak of books: it is as if they spoke among themselves. In the light of this reflection, the library seemed all the more disturbing to me. It was then the place of a long, centuries-old murmuring, an imperceptible dialogue between one parchment and another, a living thing, a receptacle of powers not to be ruled by a human mind, a treasure of secrets emanated by many minds, surviving the death of those who had produced them or had been their conveyors.” 


Umberto Eco, The Name of the Rose

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

"Amorzade" e a escrita enquanto analgésico

Termo usado por António Lobo Antunes na sua mais recente crónica para a revista Visão. Aqui deixo dois excertos:

"O pintor italiano Valerio Adami dedicou-me assim um desenho. Com amorzade e a justeza da expressão surpreendeu-me: não me tinha passado pela cabeça que é exactamente o que sinto pelos meus amigos, os vivos e aqueles que morreram, ou antes, não morreram, só não puderam vir hoje, logo à noite ou amanhã telefonam e estarão no sítio em que combinámos, sem falta, e a gente a abraçar-se às palmadas nas costas. Porque razão os homens se abraçam sempre às palmadas nas costas? Sobretudo se estivemos uns tempos sem nos vermos é um festival de pancadaria cúmplice, acompanhado de palavras ternas tais como
- Meu cabrão
e outras doçuras no género.

(...)

Isto, de criar, palavra de honra que é muito difícil, mas é a única forma de as dores secretas abrandarem. E então fingimos que não há nada e continua-se. O que custa um livro, o que deve custar um desenho, um simples traço até. Porém é um tormento que equilibra e igualmente, em certas alturas, um júbilo indizível. Felizmente que ando com um livro, numa altura em que a minha relação comigo me tem feito sofrer..."

Podem ler na íntegra AQUI.


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