“Why I feed the birds” by Richard Vargas Once i saw my grandmother hold out her hand cupping a small offering... of seed to one of the wild sparrows that frequented the bird bath she filled with fresh water every day
she stood still maybe stopped breathing while the sparrow looked at her, then the seed then back as if he was judging her character he jumped into her hand began to eat she smiled a woman holding a small god.
"Amar
verdadeiramente alguém é acreditar que, ao amá-lo, se alcançará a uma verdade
sobre si. Ama-se aquele ou aquela que conserva a resposta, ou uma resposta, à
nossa questão “Quem sou eu?”.
(...)
Alguns sabem
provocar o amor no outro, os serial
lovers – se posso dizer – homens e mulheres. Eles sabem quais botões
apertar para se fazer amar. Porém, não necessariamente amam, mais brincam de
gato e rato com suas presas. Para amar, é necessário confessar sua falta e
reconhecer que se tem necessidade do outro, que ele lhe falta. Os que crêem ser
completos sozinhos, ou querem ser, não sabem amar. E, às vezes, o constatam
dolorosamente. Manipulam, mexem os pauzinhos, mas do amor não conhecem nem o
risco, nem as delícias”.
"She was fascinated with words. To her, words were things of beauty, each like a magical powder or potion that could be combined with other words to create powerful spells."
A escrita, ou a arte, para ser mais abrangente, cumpre funções que mais nenhuma área consegue cumprir. (...) Sinto que há poucas experiências tão interessantes como quando se lê um livro e se percebe "já senti isto, mas nunca o tinha visto escrito", procurar isso, ou procurar escrever textos que façam sentir isso, é uma das minhas buscas permanentes. Trata-se de ordenar, de esquematizar, não só sentimentos como ideias que temos de uma forma vaga mas que entendemos melhor quando os vemos em palavras. Trata-se também de construir empatia: através da leitura temos oportunidade de estar na pele de outras pessoas e de sentir coisas que não fazem parte da nossa vida, mas que no momento em que lemos conseguimos perceber como é. E isso faz-nos ser mais humanos. Na leitura e na escrita encontramo-nos todos naquilo que temos de mais humano.
É senso comum dizer que ler faz bem, que proporciona aos leitores inúmeros benefícios intangíveis. No entanto, é difícil encontrarmos estudos que comprovem essas teses. Ou era difícil. Investigadores da Universidade de Roma 3, em Itália, realizaram um trabalho com cerca de 1.100 pessoas para encontrar a resposta para duas questões: «Quem lê livros é mais feliz do que quem não lê?» e «A leitura melhora o nosso bem-estar»? A conclusão, apresentada no artigo «The Happiness of Reading», é bastante clara: os leitores são mais felizes e encaram a vida de forma mais positiva que os não leitores.
Faz referência a José Saramago, nosso Prémio Nobel da Literatura. Muito interessante e louvável!
"Ann Morgan considered herself well read — until she discovered the "massive cultural blindspot" in her bookshelf. Amid a multitude of English and American authors, there were very few works from authors beyond the English-speaking world. So she set an ambitious goal: to read one book from every country in the world over the course of a year. Now she's urging other Anglophiles to read translated works so that publishers will work harder to bring foreign literary gems back to their shores".