"Study-time cycles in Uris Library with 1920's style animation. A student project made at Cornell University in Lynn Tomlinson's Film 325 summer course".
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
“Best-sellers ou bestas céleres?": a relação entre a literatura e o marketing
A relação cada vez mais próxima entre a literatura e o marketing é o ponto de partida do debate “Best-sellers ou bestas céleres? Como se constrói um êxito editorial”, que vai reunir no sábado (dia 24), às 17 horas, no piso 3 do Dolce Vita Porto, diferentes agentes do meio editorial e livreiro com o objectivo de analisar as transformações ocorridas neste sector nos últimos anos.
O livreiro Antero Braga, o editor Francisco Madruga, o gestor de marcas Paulo Ribeiro e o escritor José Rodrigues de Carvalho são os participantes de um debate em que vão ser passados em revista temas como o peso crescente das grandes cadeias comerciais no circuito livreiro ou o recente fenómeno dos escritores por convite (figuras televisivas que escrevem best-sellers).
A sessão faz parte de “Cultura no Centro”, ciclo de debates sobre temas relacionados com as artes que se realiza mensalmente no Dolce Vita Porto .
Fonte: Babel/Livros do Mundo
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Rui Zink responde a 5 perguntas sobre como aprender a ser escritor
É possível aprender a ser escritor, ou seja, é possível estudar para sê-lo? Há "técnicas" para isso?
R. Z.: É possível aprender e apreender técnicas, tal como é possível aprender a tocar piano ou a pintar ou a dançar. Naturalmente que dar o passo extra depende de algo que não se pode ensinar e que a pessoa tem ou não em bruto dentro dela. Mas o treino, a técnica e a teimosia ajudam, e não há artista digno desse nome sem nenhuma destas três coisas.
Qual é o seu primeiro conselho a um aspirante a escritor?
R. Z.: Ler e copiar, copiar muito. E, já agora, viver.
Concorda com o apelo à concisão de Saul Bellow? Onde termina uma narrativa literária concisa e começa uma listagem de frases ligadas por um mesmo tema?
R. Z.: Boa questão. Obviamente o apelo de Bellow tem uma batota: ele fê-lo depois de ter escrito prolixos calhamaços. Mas a busca da palavra exacta parece-me tão aconselhável como a busca da nota certa. Senão somos como aquele aluno a quem o professor pediu quanto eram 2+2 e que responde 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, e fica espantado por chumbar, já que deu a resposta certa.
Um escritor principiante deve ousar experimentar novas estruturas narrativas ou deve ater-se às consagradas pela literatura?
R. Z.: E porque não ambas? Com peso e medida umas vezes, sem peso nem medida outras.
Ter um "estilo próprio" é coisa a acalentar como virtude ou é um vício de escrita a combater?
R. Z.: É um objectivo a acarinhar. Mas não serve de nada pensar muito nisso. Ou se chega ou não se chega. Só é escritor, para mim, quem alcança uma voz própria.
Excerto de uma entrevista concedida pelo escritor à revista brasileira Samizdat, em 15 de Outubro de 2008.
terça-feira, 20 de julho de 2010
O Monstro das Bolachas vai à biblioteca
Um clássico divertidíssimo da Rua Sésamo. Para miúdos e graúdos.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Cinco citações de Rui Zink sobre a escrita
1. Os escritores não podem cair na armadilha de dizer o que acham que o leitor quer ouvir – isso é tarefa de político.
2. “Qual o sentido do dito ‘ler é escrever, escrever é ler’?” A leitura é um prolongamento, por letras, de um acto que fazemos desde o nascimento até à morte: ler o mundo, ler os sinais, unir os pontos no desenho, não para atingir o desenho que o autor imaginou, mas um outro, sempre um outro.
3. A escrita é íntima, a publicação não. Se acho que uma pessoa tem talento para cantar, aconselho-a tentar gravar um disco, pois é simpático partilhar. Além de que, publicando e tendo eco (aplausos, bombons, dinheiro), a pessoa tem incentivo para trabalhar mais e crescer.
4. Tal como eu não posso pintar a cor verde com tinta vermelha, também não posso imaginar sem ser a partir da pessoa que sou e fui. O que somos é a matéria-prima a utilizar, mas obviamente que é apenas o trampolim, não o salto. E todos nós já lemos livros em que tivemos a percepção de que o escritor não fazia ideia do que estava a falar e nos soaram a falso, não é?
5. Um autor é livre de escrever sobre o que quiser com o seu tempo livre. E uma pessoa não escreve sobre o que quer, escreve sobre o que pode. Há assuntos sobre os quais eu gostava de versejar, mas sinto/sei que não consigo. Felizmente, com sorte, aparece sempre alguém que o faz melhor.
Retiradas da entrevista do escritor à revista brasileira Samizdat, em Outubro de 2008.
Agradeço a João Miguel Alves (no Facebook) a informação. :)
domingo, 18 de julho de 2010
Vraiment, Paris nunca foi tão romântico!
Le fabuleux destin d'Amelie Poulain: um filme belíssimo e absolutamente original. e a música é soberba!
Adoro o álbum de fotos dele e o jogo entre eles, as pistas que vão deixando...
Vraiment, Paris nunca foi tão romântico!
Saiba mais AQUI.
Adoro o álbum de fotos dele e o jogo entre eles, as pistas que vão deixando...
Vraiment, Paris nunca foi tão romântico!
Saiba mais AQUI.
A minha irmã em palco
O talento de quem amamos abençoa-nos.
Chego agora de alma cheia. Depois de ver a minha irmã em cima de um palco. Já não é a primeira vez, nem sequer a segunda, mas a sensação é sempre a mesma. Transbordante de emoção e orgulho. Venho de a ver não como a pessoa que amo e reconheço como minha irmã mas como outras que me são estranhas: é a magia do teatro. Vi-a crescer como pessoa (como é a minha irmã mais nova, vejo-a literalmente crescer desde o dia em que nasceu), como mulher, como bailarina e agora como actriz. Privilégios que a vida nos dá. :)
sábado, 17 de julho de 2010
Saiba como Saramago escreveu O Ano da Morte de Ricardo Reis
Em 1998, José Saramago entregou à Biblioteca Nacional um conjunto documental que incluia manuscritos de algumas das suas obras, incluíndo O ano da morte de Ricardo Reis (editado em 1984) que "quer pela importância do livro no contexto da produção literária saramaguiana, quer porque os materiais preparatórios, incluindo uma agenda de 1983 adaptada ao ano de 1936, permitem analisar a metodologia adoptada na elaboração dos seus romances, bem como as correcções e aperfeiçoamentos que introduzia nos dactiloscritos, ao tempo em que ainda utilizava máquina de escrever".
Sobre a agenda cito a referência bibliográfica da fantástica agenda:
Saramago, José, 1922-
[O ano da morte de Ricardo Reis : materiais preparatórios : agenda / José Saramago].-[1983].-[271] p. em 142 f. ; 21 x 14,4 cm
Nota(s): Autógrafo. - Agenda azul, de 1983, de capa dura, escrita a tinta azul, com riscados e sublinhados a marcador verde. Os dias da semana estão emendados pelo próprio autor, fazendo-a corresponder a uma agenda de 1936. Contém anotações diárias retiradas da leitura da imprensa da época, sobre a vida quotidiana e política : boletins meteorológicos, vencimentos de escriturários ou contínuos, a falta de carne em Lisboa, nomes de sabonetes e de produtos de cosmética, falecimentos de figuras da cultura portuguesa ou estrangeira, espectáculos de teatro ou musicais, com locais e preços, numerosas referências aos principais acontecimentos históricos ocorridos em Portugal, Espanha e também na restante Europa durante o ano conturbado de 1936, período em que decorre a acção do romance. A agenda tem junto 1 folha solta, pautada, com um esboço da Península Ibérica e algumas notas, bem como os duplicados de 4 senhas de leitura da Biblioteca Nacional, requisitando o autor para consulta, em Janeiro e Outubro de 1983, os periódicos «Diário de Notícias», «O Século» e «Ilustração», dos anos de 1935 e 1936.
BNP Esp. N45/6
O corpo documental que Saramago entregou à BN é composto por 210 documentos e encontra-se integralmente digitalizado e disponível AQUI. Deixo também a hiperligação directa para a agenda e outros materiais preparatórios do romance O Ano da Morte de Ricardo Reis.
Um tesouro que achei através do blogue Babel/Livros do Mundo.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Os filhos são uma riqueza mas os pais, em Portugal, estão cada vez mais pobres!
Rahim Baggal Asghari,
cartoonista iraniano
Que o diga eu que sou mãe de três filhos pequenos!!!
E que passo quase diariamente pela obra megalomana do novo Museu dos Coches. Sou bibliotecária, logo vivo da e para a Cultura mas não percebo como se estão a gastar milhões do NOSSO dinheiro para as "charretes" quando não temos creches suficientes para os nossos filhos.
Como não há vagas nas creches estatais e não podendo ficar em casa com eles porque não se sustenta um agregado familiar de cinco pessoas com apenas um salário, temos de pagar uma mensalidade upa upa (no meu caso, três mensalidades).
Oh Sócrates, não vejo razões para se congratular!!! Não é porreiro pá!
"Ter filhos faz toda a diferença. As famílias com crianças a cargo são muito mais atingidas pela pobreza do que as que não têm prole, mostra um estudo ontem publicado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) que analisou os rendimentos de 2008.
Por outro lado, a taxa de pobreza geral nacional recuou para 17,9% do total. Vários observadores dizem que tudo isto vai piorar pois o inquérito do INE ainda não conta com a recessão de 2009, nem com as sombras recentes que voltaram a pairar sobre a economia e o mercado de trabalho. A desigualdade extrema também está a aumentar.
Desde 1995, pelo menos, que a disparidade entre a pobreza das famílias com filhos e as outras não era tão elevada, mostra o estudo. Os agregados com filhos, sobretudo os que têm dois ou mais, estão a ser cada vez mais fustigados pelo fenómeno da pobreza. Ser pobre, diz o INE, é quando um adulto residente no país tem de viver com 4969 euros por ano, cerca de 414 euros por mês.
Já se sabia que com filhos tudo pode ficar mais difícil. Os encargos são maiores. Mas nunca nos últimos 14 anos a penalização foi tão grande como agora. Isso mesmo contamina a taxa de natalidade que está cada vez mais baixa. De acordo com o INE, em 2009 nasceram 99,5 mil bebés, um mínimo de muitos anos e a taxa de natalidade (crianças nascidas por cem habitantes) caiu para 9,4. Por isso, quem tem filhos fá-lo cada vez mais tarde. Também aqui a tendência é para protelar essa decisão.
As estimativas mais detalhadas do INE mostram, por exemplo, que as famílias que decidem ter apenas uma criança até registam um retrocesso no indicador da pobreza. Mas, à medida que a prole aumenta, a situação torna-se mais delicada e o risco de pobreza sobe de forma inequívoca: sobe uma décima (para 20,7% do total no conjunto dos agregados com um casal e duas crianças e aumenta dramaticamente (de 31,9% para 42,8% do total) no caso dos casais com três crianças ou mais.
Ontem, na Assembleia da República, o primeiro-ministro, José Sócrates, congratulou-se pelo facto de, no que respeita à pobreza e às desigualdades, os números serem hoje os menores desde 1995. Mas esse será um facto extraordinário, tendo em conta a quebra prevista do rendimento disponível e o agravamento estrutural do desemprego".
Excerto de notícia publicada hoje no ionline.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
SHOWCASE - UMA NOITE DE CENAS
O Estudio John Frey Para Actores, apresenta uma composição de cenas e monólogos, trabalhados pelos actores durante o curso de 2009/2010.
15, 16 E 17 DE JULHO AS 21H30
Está a decorrer neste momento o primeiro espectáculo mas ainda tem a noite de Sexta ou Sábado.
ENTRADA LIVRE
AUDITÓRIO CAMÕES
RUA ALMIRANTE BARROSO, em Lisboa METRO PICOAS/SALDANHA
SCENES AND MONOLOGUES:
"American Buffalo" - David Mamet (Scene)
Actores: Miguel Rufino and Ricardo Vaz Trindade
"On the Waterfront" - Budd Schulberg (Scene)
Actores: João Vilas and Luis Nascimento
"A Streetcar Named Desire" - Tenessee Wiliams (Monologue) "The Dreamer exames his Pillow" - John Patrick Shanley (Monologue)
Actores: Joana Saraiva and Sofia Briz
"Doubt" - John Patrick Shanley (Scene)
Actores: Cristina Sousa and Sofia Povoas
"Closer" - Patrick Marber (Scene)
Actores: Maria Faleiro and Sofia Briz
"The Eternal Sunshine of the Spotless Mind" - Charlie Kaufman (Scene)
Actores: Inês Tarouca and Ricardo Vaz Trindade
"The Wool Gatherer" - William Mastrosimone (Monologue); "Blackouts" - Gary Lennon (Monologue) (Three monologues)
Actores: Carol Vieira, João Vilas and Patrícia Castello Branco
"Hurlyburly" - David Rabe (Scene)
Actores: Carol Vieira and Patrícia Castello Branco
"Pick me, choose me, Love me" - Shonda Rhimes (Monologue); "Saving Private Ryan" - Robert Rodat (Monologue)
Actores: Maria Faleiro and Miguel Rufino
"Frankie and Johnny in the Clair the Lune" - Terence MacNally (Scene)
Actores: Joana Saraiva and Luís Nascimento
"Danny and the Deep Blue Sea" - John Patrick Shanley (Scene)
Actores: Inês Tarouca and João Vilas
"Closer" - Patrick Marber (Scene)
Actores: Carol Vieira and Miguel Rufino
ACTORES:
Carol Vieira, Cristina Sousa, Inês Tarouca, Joana Saraiva, João Vilas, Luís Nascimento, Maria Faleiro, Miguel Rufino, Patrícia Castello Branco, Ricardo Vaz Trindade, Sofia Briz, Sofia Povoas.
O nome sublinhado a azul é o da minha mana, uma das actrizes em palco. Tenho que verter aqui o meu orgulho transbordante.
Rui Zink, sempre irreverente: a entrevista à Livros & Leituras
Aqui ficam excertos da entrevista que Rui Zink deu à Livros & Leituras (revista que eu gosto particularmente, agora com site muito apelativo):
"Ler torna-nos melhores, disso não tenho dúvida. O que não quer dizer que nos torne “bons”. Haverá sempre brutos, mas acho que um racista que leia, por exemplo, “A cor púrpura”, pode pensar duas vezes na sua tara. Ler implica empatia com as personagens, compreender os motivos dos outros, as suas paixões, as suas formas de estar na vida. Informa-nos, sem gritarias, que somos todos diferentes mas parte de um mesmo molde".
L&L – Diria que os livros são um território sagrado na era da Informação?
RZ – Bom, actualmente o templo está um bocado ocupado pelos vendilhões… Mas alguns livros (muitos, na verdade) ainda são um espaço de resistência à ditadura do esquecimento. Temos de viver o presente, mas viver só no presente é redutor, empobrecedor, estupidificante. A leitura, pela sua lentidão, recato, recusa do imediato, é um bom antídoto contra a voracidade do imediato. Ao contrário dos bois e das vaquinhas, nós vivemos em simultâneo no presente, passado e futuro, somos animais imaginativos. Mas andam a querer transformar-nos em ruminantes…
L&L – A irreverência, a ironia e o humor podem ser uma forma de arte, ou são apenas uma maneira de estar perante a vida e perante os outros?
RZ – Nem uma coisa nem outra, são instrumentos, parte do trabalho de escrever e da arte de viver. Sem elas tanto a literatura como a vida ficam mais pobres. Mas não são um fim em si, apenas componentes para melhor afinar o motor. Ajudam a ser-se livre, e aconselho a toda a gente o seu exercício moderado.
(...)
L&L – O medo de, muitas vezes, dizer abertamente o que se pensa é uma consequência da vida em sociedade. Acha que há censura ou autocensura por parte de alguns escritores?
RZ – Acho que há autocensura provocada por vários factores. Indico alguns: o desejo de sucesso leva a perseguir o gosto dos leitores, o medo de ser censurado (isto é, o jornal não fazer a criticazinha) leva-nos a lamber as botas aos difusores, as mudanças no modelo editorial podem mesmo levar a mudar estilo e temáticas. Este assunto é extremamente interessante, mas duvido que haja muito interesse em discuti-lo. A verdade é que os escritores não são diferentes das restantes pessoas: uma boa fatia não prima pela coragem nem pela independência.
L&L – “O escritor que gosto de ser e os que gosto de ler são os que colocam o leitor desconfortável”. Pode explicar esta sua afirmação?
RZ – Para dizer o que nós pensamos e dizemos já existem as telenovelas, formato conformista por excelência, mesmo quando os seus argumentistas são excelentes profissionais (e até capazes de, em livro, fazerem diferente). Um livro, como não depende da publicidade nem de rios de dinheiro, pode ir noutra direcção: a de levar o leitor “por mares nunca dantes navegados”. E é claro que à primeira uma pessoa estranha. É mais confortável ir ao meu café de bairro, onde vou todos os dias e já sei que sou bem tratado e comento o futebol com o sr. Abreu. Mas às vezes vale a pena ir até uma cidade desconhecida, onde temos dificuldade em perceber o que dizem, não reconhecemos as ruas, não conhecemos os costumes. Essa cidade tanto pode ser Paris como o Rio, Tóquio, Veneza, Bombaim ou Nova Marte. O que é melhor? Nunca sair do café do bairro ou ir de quando em quando visitar outras cidades, outros mundos, outros modos de dizer as coisas?"
Leia tudo AQUI.
terça-feira, 13 de julho de 2010
D. Quixote vai nú!
D. Quixote: uma pérola simultaneamente literária, por Cervantes, e pictórica, por Marcel Pajot.
"Don Quichotte et des Moulins"
A célebre batalha com os moinhos, perdão, gigantes!
"Don Quichotte - Moulins et Sortilèges"
Oh, literato traseiro ao léu!
"Don Quichotte, un Rêve de Gloire"
O descanso do guerreiro sobre um leito literário. E um sonho de glória:
"O sonho é o alívio das misérias dos que as têm acordados".
"Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade".
Um belo pormenor.
" Les Yeux bleus "
" Don Quichotte "
"Don Quichotte - La Bibliothèque"
A biblioteca.
Há mais pinturas quixotescas, de uma beleza grotesca mas irresistível no site deste formidável pintor.
"Moinhos ao vento
Quixote e Dulcinéia
no pensamento"
Carlos Seabra
"Só mesmo um personagem como este (Dom Quixote)e uma história como esta, para nos exporem à nossa própria e invencível contradição: queremos a sensatez que nos protege, mas não resistimos à loucura que arrebata. E, por isso, inventamos a arte, que nos permite experimentar a loucura sem correr o risco de irmos parar num hospício."
Ferreira Gullar sobre Dom Quixote de la Mancha
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