sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O livro picador de gelo :) / The book that breaks the ice
Albert Joseph Moore (1841 – 1893)
"Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós."
Franz Kafka
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
"Gostava dela porque era ela, porque era eu."
"...pra explicar o amor entre duas pessoas: gostava dela porque era ela, porque era eu."
Lindo de tão simples. Complicado de tão simples. :)
Chico Buarque é sempre fascinante!
Lindo de tão simples. Complicado de tão simples. :)
Chico Buarque é sempre fascinante!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O nosso destino.../ One’s destination....
“One’s destination is never a place, but a new way of seeing.”
Henry Miller O nosso destino nunca é um lugar mas uma nova visão da realidade. |
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Vamos treinar as nossas mentes para a felicidade / Happiness work out
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Para reflectir...
Cameron Gray
“The most common way people give up their power is by thinking they don’t have any.”
Alice Walker
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Ouvem os livros a falar uns com os outros? / Books speak among themselves
“Until then I had thought each book spoke of the things, human or divine, that lie outside books. Now I realized that not infrequently books speak of books: it is as if they spoke among themselves. In the light of this reflection, the library seemed all the more disturbing to me. It was then the place of a long, centuries-old murmuring, an imperceptible dialogue between one parchment and another, a living thing, a receptacle of powers not to be ruled by a human mind, a treasure of secrets emanated by many minds, surviving the death of those who had produced them or had been their conveyors.”
Umberto Eco, The Name of the Rose
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
"Amorzade" e a escrita enquanto analgésico
Termo usado por António Lobo Antunes na sua mais recente crónica para a revista Visão. Aqui deixo dois excertos:
"O pintor italiano Valerio Adami dedicou-me assim um desenho. Com amorzade e a justeza da expressão surpreendeu-me: não me tinha passado pela cabeça que é exactamente o que sinto pelos meus amigos, os vivos e aqueles que morreram, ou antes, não morreram, só não puderam vir hoje, logo à noite ou amanhã telefonam e estarão no sítio em que combinámos, sem falta, e a gente a abraçar-se às palmadas nas costas. Porque razão os homens se abraçam sempre às palmadas nas costas? Sobretudo se estivemos uns tempos sem nos vermos é um festival de pancadaria cúmplice, acompanhado de palavras ternas tais como
- Meu cabrão
e outras doçuras no género.
(...)
Isto, de criar, palavra de honra que é muito difícil, mas é a única forma de as dores secretas abrandarem. E então fingimos que não há nada e continua-se. O que custa um livro, o que deve custar um desenho, um simples traço até. Porém é um tormento que equilibra e igualmente, em certas alturas, um júbilo indizível. Felizmente que ando com um livro, numa altura em que a minha relação comigo me tem feito sofrer..."
Podem ler na íntegra AQUI.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A arte, a falsificação, o prazer e a dor / Art, forgery, pleasure and pain
Porque é que a falsificação de um quadro extremamente fiel ao original não nos dá o mesmo prazer? Seremos snobes em relação à arte? Porquê a diferença de sensibilidades? A resposta pode ser fascinante. A do psicólogo Paul Bloom, intitulada "The Origins of Pleasure" (As origens do prazer) certamente o é.
"Why do we like an original painting better than a forgery? Psychologist Paul Bloom argues that human beings are essentialists -- that our beliefs about the history of an object change how we experience it, not simply as an illusion, but as a deep feature of what pleasure (and pain) is". TED
Veja o vídeo AQUI.
Subscrever:
Mensagens (Atom)














